Sabatina do Globo: Colunistas fazem boa avaliação de Aécio Neves

Para Ancelmo Gois, o candidato Aécio Neves estudou a fundo o Brasil e tem um projeto completo para fazer o país avançar.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Colunistas avaliam desempenho de Aécio Neves na sabatina do GLOBO

Tucano foi o segundo presidenciável a participar da série de entrevistas

candidato do PSDB à PresidênciaAécio Neves, foi o segundo a participar da sabatina do GLOBO. Os colunistas que o entrevistaram avaliaram o desempenho do tucano. Para Ilimar Franco, da coluna Panorama Político, Aécio teve a oportunidade de expor suas ideias.

- O candidato Aécio Neves teve a oportunidade de expor as suas ideias, de como ele está vendo o Brasil de hoje e quais as soluções diante da crise econômica internacional, além de como ele acha ser possível consertar os costumes políticos do país – afirmou o colunista.

Para a colunista Míriam Leitão, Aécio foi vago ao falar sobre como retomaria o controle da economia. Segundo ela, o candidato do PSDB usa apenas o fator psicológico para vislumbrar uma saída da crise.

- O que é mais aflitivo, para mim, como jornalista de economia, é a falta de resposta sobre como lidar com a economia. Neste aspecto, ele traz uma marca, que é o Arminio Fraga, já conhecido, e traz algumas respostas. Mas é insuficiente o que ele disse porque o quadro é muito grave. Então, como resolver o problema da retomada do crescimento e da derrubada da inflação? Ele está acreditando que vai mudar o ambiente econômico com mais otimismo. Ele acredita no fator psicológico. Isso de fato acontece na economia, mas não é tudo. Porque a situação econômica é grave demais.

Míriam Leitão diz que as duas horas de sabatina possibilitam o melhor conhecimento de um candidato:

- A sabatina foi muito proveitosa. Conheci posições sobre algumas áreas em que não milito, como a área da cultura, na qual ele deu detalhes. É importante esse conhecimento. Conhecer as ideias sobre outras áreas.

Já Ricardo Noblat afirmou que, depois de um momento da campanha, os candidatos passar a ser repetitivos:

- A questão é que os candidatos, depois de um certo momento da campanha, ficam, até por coerência e porque as perguntas se repetem, repetindo as mesmas respostas. O Aécio disse o que tem que ser repetido por ele sempre que provocado. Acho que se saiu bem, que estava com o controle da situação.

Ancelmo Gois afirmou que Aécio cumpriu o dever de casa:

- Nos dois últimos anos ele estudou a fundo o Brasil, e tem um projeto completo que faz todo sentido técnico para o país avançar.

Merval Pereira declarou que o candidato foi atingido pela mudança no quadro eleitoral:

- Ele continua coerente com seu projeto e propostas, agora resta saber se ele vai conseguir reverter o quadro das intenções de voto, em terceiro, uma vez que ele tinha condições de chegar ao segundo turno e foi o principal atingido pelas alterações do quadro eleitoral, com a entrada da Marina Silva.

Arnaldo Bloch, colunista do Segundo Caderno aos sábados, disse que foi nítida a angústia por retomar um espaço perdido:

- Foi um debate muito marcado pela preocupação do candidato, em vista da desvantagem que ele está nas pesquisas de intenção de votos, em reafirmar suas intenções. Era nítida a sua angústia por retomar um espaço perdido. Por isso, ele assumiu um tom mais discursivo, retórico, mas senti que havia sinceridade na vontade de promover uma mudança política.

Xexéo, colunista do Segundo Caderno às quartas-feiras e da Revista O GLOBO aos domingos, afirmou que seria melhor se o tucano se limitasse a responder as perguntas:

- Um candidato não quer perder a oportunidade de falar sobre as coisas que ele quer. Ele é muito preparado. Se ele se limitasse a responder as perguntas, ele se sairia melhor. Ele propõe que os candidatos se desnudem, mas não se desnuda.

Para Flávia Oliveira, a sabatina foi uma oportunidade para o candidato aprofundar as propostas:

- Admirei a sinceridade dele em falar de tempos difíceis. O ajuste que ele propõe para a economia deve trazer algumas consequências desagradáveis. Um pouco mais de recessão, talvez aumento do desemprego. Só não consegui entender como ele vai conciliar tanto a agenda de austeridade, que é típica do ministro da Fazenda que ele já anunciou, com promessas significativas de gastos sociais. Pagar bolsa de um salário mínimo para 20 milhões de jovens que voltem à escola não sei bem de onde vai sair o dinheiro. Mas acho que a gente vem conseguindo aprofundar as ideias e nos programas de governo.

Já Jorge Luiz Rodrigues disse não ter visto ainda nenhum candidato com nenhuma proposta concreta na área de esporte e uma polícia nacional de esporte:

- O esporte, sabidamente em outros países, evoluiu muito. Ajudou a minimizar esses problemas. Só no ciclo olímpico, este ano foram R$ 600 milhões e não teve uma política nacional de esporte. Isso faz com que muito desse dinheiro seja jogado fora. O problema de má gestão é nacional, na saúde, na educação. Mas o Aécio parece o mais antenado no esporte. Só que ele não está totalmente preparado.

Aécio Neves: Quero ser o presidente do emprego

Aécio disse que quer ser o presidente do emprego. Ele visitou a fábrica de confecções do grupo Guararapes, na região metropolitana de Natal.

Eleições 2014

Fonte: G1

Quero ser o presidente do emprego’, diz Aécio no Rio Grande do Norte

Candidato visitou fábrica de tecidos do grupo Guararapes, em Extremoz

Ele disse que acrescentará ações de saneamento e saúde ao Bolsa Família

candidato a Presidência da República Aécio Neves (PSDB) afirmou nesta quinta-feira (21), em visita a Natal (RN), que pretende ser o “presidente do emprego“.

Ele visitou a fábrica de confecções do grupo Guararapes, em Extremoz, na região metropolitana, e concedeu entrevista na sede do PSDB.

“Serei o presidente da República do emprego, do desenvolvimento, do trabalho, da solidariedade. A nossa proposta é a que vai recuperar a confiança no Brasil para que os investimentos que no deixaram retornem, e o Brasil possa se desenvolver em todas as regiões. O Brasil tem que voltar a crescer para gerar emprego e renda”, disse o candidato.

A programação da agenda de Aécio em Natal seria na última quarta-feira (13), mas foi adiada devido à morte, nesse dia, do então candidato do PSBEduardo Campos.

“Foi impossível não lembrar porque nós soubemos da queda do avião justamente quando chegávamos a Natal na semana passada. É um lamento muito grande, e que fique o exemplo da vontade do Eduardo, que é também a nossa, de mudar o Brasil”.

Na entrevista, Aécio Neves reafirmou que manterá o programa Bolsa Família e que pretende fazer “ajustes” no programa.

“O Bolsa Família vai permanecer, mas nós vamos permitir que a pessoa receba não só o recurso financeiro, mas ascenda socialmente. Vamos suprir outras necessidades como saneamento, saúde, qualificação. Portanto, nós traçamos um programa chamado Família Brasileira que vai, dentro do cadastro único, dividir em cinco níveis de carência todos os que recebem o Bolsa Família“, declarou.

O candidato disse ainda que o Nordeste será prioridade do governo e reiterou a proposta do programa Nordeste Forte, cujo lançamento está previsto para o próximo sábado (23) em Salvador, na Bahia.

“Esse programa terá os principais eixos de investimentos nessa região, que passam pela questão tributária, pela questão logística, pela questão da inovação, portanto investimento em ciência, tecnologia e valorização das vocações que essa região tem”.

A caminhada que estava prevista para acontecer no bairro do Alecrim, maior centro comercial da capital potiguar foi cancelada porque a visita à fábrica da Guararapes demorou mais que o previsto.

Após a entrevista coletiva concedida na sede do partido, Aécio Neves seguiu para uma emissora de TV e de lá para o Aeroporto Internacional Aluízio Alves, de onde embarcaria para a Paraíba.

Aécio: Mulheres de Peito é algo que precisamos levar para todo Brasil

Aécio conheceu o programa ‘Mulheres de Peito’ e se comprometeu em ampliar a rede de saúde com mamógrafos no Brasil.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio se compromete a ampliar os programas de saúde destinados à família e reajustar a tabela do SUS

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, comprometeu-se, nesta quarta-feira (20/08), em São Paulo, a ampliar os programas de saúde destinados à família. Segundo ele, administrar é “procurar experiências que deram certo”. Ao criticar a defasagem nos valores pagos com base na tabela do Sistema Único de Saúde(SUS), Aécio afirmou que se empenhará para reajustá-los.

Aécio conheceu uma das carretas do programa Mulheres de Peito, que se destina à prevenção ao câncer de mama, iniciativa do Governo de São Paulo.  Aécio estava acompanhado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), que disputa a reeleição, o candidato a vice, Aloysio Nunes, e o secretário de Saúde de São Paulo, David Uip.

Mulheres de Peito é algo que precisamos levar para todo o Brasil. Hoje morrem, em todas as regiões do Brasil, cerca de 10 mil mulheres de câncer de mama, e essa é uma doença em que o diagnóstico faz toda a diferença”, destacou Aécio.

O candidato lembrou que se o exame de mamografia, que detecta problemas na mama, se feito com regularidade, conforme recomenda o programa, aumenta as possibilidades de prevenção e cura do câncer.

“No Brasil, pelo menos 50% dos nossos municípios não têm sequer um mamógrafo [aparelho para realizar o exame]. O governo federal, a partir dessa experiência do governador Geraldo Alckmin, vai buscar levar a oportunidade desses exames para todas as regiões do Brasil, e a partir do diagnóstico, se houver alguma suspeita, o encaminhamento para o tratamento, como ocorre em São Paulo”, afirmou o candidato.

Iniciado em dezembro de 2013, o programa Mulheres de Peito tem quatro carretas itinerantes que viajam por todo o Estado, ficando 20 dias em cada lugar, facilitando o acesso a serviços de mamografia pelo SUS. Cada carreta tem capacidade para atender 50 mulheres por dia. Desde seu lançamento, o Mulheres de Peito já possibilitou a realização de cerca de 20 mil exames gratuitamente.

Mais Saúde

Aécio destacou que são as pequenas iniciativas, além da boa aplicação do dinheiro público, que estão em falta na saúde brasileira. Ele se comprometeu a ampliar o programa Saúde da Família, implantado no país em 1994, pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“Temos que ampliar, especialmente nas regiões menos assistidas, os programas de Saúde da Família. Dobrei em Minas Gerais, durante meu mandato, as possibilidades da saúde da família chegar à porta das pessoas. Isso deixou de ser prioridade ao longo do governo do PT. A saúde preventiva se dá em iniciativas como essa do governador Geraldo Alckmine com a ampliação do programa Saúde da Família, que se mostrou um instrumento muito valioso para diminuir o custo da saúde na sua etapa final”, avaliou.

SUS

Ao ser questionado sobre a defasagem da tabela do SUS, Aécio afirmou que, no Brasil, a saúde pública não melhorou ao longo dos últimos anos pela “incapacidade que o governo federal teve de apoiar e tomar iniciativas”.

“Vamos enfrentar essa questão com o aumento do financiamento, a partir de proposta que está sendo votada no Senado Federal. É necessário que a tabela seja corrigida. A partir do momento em que você tenha prioridades claras, e saúde no nosso governo será uma prioridade, é possível sim”, ressaltou o candidato à Presidência da República.

Aécio criticou o baixo volume de investimentos que o governo federal tem feito em saúde nos últimos anos.  Ele destacou que, na gestão petista, 54% de todos os investimentos em saúde eram financiados pela União. Hoje, o índice é de 45%.

“Estados e municípios são obrigados a pagar essa diferença. É algo ilógico. Os que menos têm são levados a cada vez gastar mais com saúde. Não há hoje um município que gaste menos de 22%, 25% da sua receita com saúde, quando o piso constitucional é de 15%.Temos que ter algo que falta no Brasil hoje: previsibilidade. Você não vai corrigir toda a defasagem do dia para a noite, mas progressivamente”, afirmou o candidato à Presidência da República.

Caminhada

Ao lado de AlckminAécio fez uma caminhada pelo Largo da Concórdia, no bairro do Brás, em São Paulo.  Acompanhado por simpatizantes, o candidato cumprimentou a todos por quem passou e posou para selfies.

A diarista Marinez Fidelis, de 54 anos, disse que o momento é de “mudança”.  “Temos que mudar esse governo que está aí. Vamos colocar alguém para fazer diferente”, opinou. Aécio foi então recebido no Lojão do Brás pelo proprietário, o Seu Mimi. Lá, pararam para um lanche, esfirras e suco de laranja.

Gestão e eficiência: saiba como Aécio Neves conseguiu 92% de aprovação

Conheça as principais ações que levaram Aécio Neves a ser considerado o governador melhor avaliado do Brasil. O jeito de governar que mudou a história de Minas.

Eleições 2014

Fonte: Site Oficial de Aécio Neves 

Veja como Aécio conseguiu 92% de aprovação

Lançado em 2003, o programa Choque de Gestão se tornou a principal marca do governo de Aécio Neves em Minas Gerais e uma referência em administração pública no país. O ponto de partida era reorganizar o Estado, com o objetivo de reduzir o peso dos recursos destinados à máquina administrativa. A meta era ampliar os investimentos em favor do cidadão, em áreas como saúde, educação, segurança, infraestrutura, meio ambiente e geração de emprego e renda, entre outras.

Com o compromisso de equilibrar as contas de MinasAécio cortou o próprio salário em 45% logo no início de seu mandato. Na estrutura de governo, secretarias foram extintas. As medidas fizeram parte de um pacote de ações emergenciais para enfrentar o grave déficit e as grandes dificuldades enfrentadas pelo Estado.

Após um ano de governo, em 2004, Aécio alcançou o déficit zero, conseguiu equilibrar as contas e o Estado passou a gastar apenas o que arrecadava. O equilíbrio entre despesa e receita colocou fim a mais de uma década de resultados negativos. O feito foi reconhecido por organismos internacionais, como o Banco Mundial.

Algumas medidas tomadas foram:

1) Redução dos salários do governador, do vice-governador e dos secretários de Estado em 45%. Os vencimentos do governador caíram quase pela metade

2) Redução do número de secretarias de Estado de 21 para 15, o equivalente a queda de 30%

3) A extinção de cerca de 3.000 cargos que poderiam ser preenchidos sem concurso

4) Criação de auditorias setoriais a fim de estabelecer um controle dos gastos públicos e ampliar a transparência na administração estadual

5) Decreto impondo um rigoroso controle sobre os gastos públicos

6) Adoção em larga escala do pregão eletrônico e dos leilões da dívida pública para estimular a concorrência entre os fornecedores e baixar os custos

7) Centralização da folha de pagamentos na Secretaria de Planejamento e Gestão para garantir maior controle sobre os pagamentos e evitar fraudes

8) Redução de despesas com materiais e serviços, gerando grande economia

Metas estabelecidas

Aécio acredita na meritocracia e, por isso, implantou metas de desempenho e avaliação para os servidores públicos. Ações que estavam desorganizadas foram reunidas em 57 projetos estruturadores e passaram a ser rigorosamente controladas em 11 áreas de resultados.

Secretarias, autarquias, fundações e empresas estaduais assinaram compromissos com resultados em suas áreas, estabelecendo objetivos e prioridades. Isso permitiu um rigoroso acompanhamento dos programas e mais eficiência. Baseado nas metas, o Estado implantou a avaliação dos órgãos públicos e passou a avaliar os servidores na prestação de serviços, remunerando-os com base nos resultados do seu trabalho para a população.

Mais investimentos

De 2003 para 2009, os investimentos realizados pelo Governo de Minas e pelas empresas públicas saltaram de R$ 3,6 bilhões para R$ 11 bilhões.

A retomada dos investimentos foi proporcionada também por financiamentos externos obtidos depois de 2004, quando o Governo de Minas alcançou o Déficit Zero. O equilíbrio alcançado pelo Estado foi reconhecido pelo governo federal e Minas recuperou o crédito externo.

Redução de impostos

Em seu governo, Aécio Neves reduziu impostos de mais de 100 produtos essenciais ao consumo familiar, como alimentação, produtos de higiene pessoal e material escolar e de construção.

Valorização do servidor

Aécio Neves adotou várias medidas de valorização do servidor público durante sua gestão em Minas Gerais. Houve o fim da escala de pagamentos dos funcionários e todos passaram a receber até o quinto dia útil de cada mês. Os salários voltaram a ser pagos em dia, assim como o décimo-terceiro salário, o que não acontecia há uma década.

Foram implantados planos de carreira e pagos R$ 100 milhões em verbas retidas (direitos dos servidores que não eram pagos há muito tempo). O Choque de Gestão respeitou os princípios da estabilidade no serviço público e não promoveu demissões de servidores.Todos os concursados foram mantidos em seus cargos.

Transparência na gestão

Criado em 2003, o Portal da Transparência vem consolidando o vínculo entre o Poder Executivo e os cidadãos de Minas. Na página, o contribuinte encontra dados relativos às despesas e receitas do Estado. Somam-se a essa iniciativa a criação e divulgação dos relatórios de monitoramento e avaliação dos planos plurianuais, nos primeiros anos deste governo.

A publicação na internet dos Acordos de Resultados e de suas avaliações também é uma ação de extrema relevância do ponto de vista da transparência e do controle social, uma vez que possibilita aos cidadãos e aos servidores conhecerem as principais metas acordadas com cada área do governo, bem como seus resultados.

Melhor Saúde do Sudeste

O cuidado com a saúde e a qualidade de vida do povo mineiro foi prioridade do governo de Aécio Neves. Como resultado, o Estado foi considerado pelo Ministério da Saúde aquele com o melhor sistema de saúde pública da região Sudeste, de acordo com o último Índice de Desempenho do SUS (IDSUS), medido sobre dados de 2008 a 2010, e divulgado em 2012. No ranking nacional, Minas ficou em quarto lugar, atrás apenas de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Pro-Hosp

O Programa de Fortalecimento dos Hospitais (Pro-Hosp) foi criado por Aécio Neves em 2003 para melhorar as condições de atendimento em hospitais públicos e filantrópicos. Entre 2003 e 2010, o governo estadual repassou R$ 535 milhões para 132 hospitais. As unidades compraram equipamentos, fizeram reformas, construíram mais leitos e salas de cirurgias e melhoraram a gestão.

O Viva Vida e a redução da mortalidade infantil

Em oito anos, a taxa de mortalidade infantil em Minas Gerais foi reduzida em mais de 20%. Graças ao programa Viva Vida, criado por Aécio, foram destinados recursos e equipamentos a 120 maternidades de Minas Gerais, o que aumentou o número de leitos de UTI neonatal disponíveis. As mães também passaram a ter atenção especial, com acompanhamento permanente durante a gravidez.

Entre 2003 e 2008, a mortalidade materna caiu cerca de 28%. Nos 18 Centros Viva inaugurados, as mulheres fazem exames para prevenção de câncer do útero e de mama, têm consultas com especialistas e recebem orientação sobre planejamento familiar. Também foram criadas cinco casas de apoio à gestante e três centros Hiperdia, especializados em tratamento de hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares e doença renal crônica.

Saúde da Família: ação preventiva nas comunidades

O governo estadual criou o Programa Saúde em Casa para ampliar e melhorar o atendimento à população, em apoio ao Programa Saúde da Família (PSF), que é uma parceria do Governo de Minas com o governo federal e os municípios.
Em 2003, eram apenas 2.258 equipes do PSF em Minas. Em 2009, o número saltou para 3.978, o maior do Brasil, atuando em 835 cidades mineiras. Isso representa uma cobertura de 69% da população (em 2003, era de 48%). O número de pessoas atendidas ultrapassou 13 milhões. Para facilitar o trabalho, Aécio doou 911 veículos para as equipes do PSF.

Educação: prioridade na qualidade de ensino

Minas Gerais foi o primeiro Estado a garantir mais um ano de estudo às crianças que entram na rede pública, em 2004.
Os benefícios da medida são evidentes para a educação. Frequentando mais cedo a escola, o aluno tem mais tempo para aprender. Por sua vez, os professores têm mais tempo para preparar a alfabetização das crianças. Os pais ficam mais tranquilos, pois sabem que seus filhos estão em local seguro, bem orientados e alimentados.

Hoje, como resultado das ações implementadas pelo governo de Aécio na educação, 93% das crianças de oito anos leem e escrevem de forma adequada. Em 2006, eram apenas 48,7%. As medidas aplicadas por Aécio na Educação deram resultados e, em 2009 e 2011, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) classificou Minas Gerais como 1º lugar no ranking brasileiro dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º).

Segurança Pública: Polícia integrada

Em 2003, Aécio Neves tomou a iniciativa de integrar as ações das polícias Civil e Militar, inspiradas nos modelos de Nova York (EUA) e Bogotá (Colômbia), e criou locais de monitoramento conjunto para as forças de segurança.

A criminalidade caiu 36% em todo o Estado entre 2003 e 2008. A diminuição desse índice é mais significativa na região metropolitana de Belo Horizonte, que registrou queda de 52%.

Nesse mesmo período, o governo do Estado destinou para a segurança pública cerca de R$ 22 bilhões. O número de novas viaturas para as polícias Civil e Militar Corpo de Bombeiros subiu de 7.068, em 2003, para 13.072, em 2009 – aumento de 84%.

Foi também criada a Guarda Penitenciária, com aumento em 400% no número de agentes penitenciários entre 2003 e 2009. No total, o efetivo de segurança passou de 49.400, em 2003, para 60.832, em 2009, um crescimento de 23%.

Fica Vivo! reconhecido pela ONU

programa Fica Vivo! foi criado em 2003 com o objetivo de diminuir a ocorrência de crimes violentos, em especial, homicídios envolvendo jovens. É uma das mais bem-sucedidas ações de redução da criminalidade em execução no país. Nas áreas onde foi implantado, conseguiu reduzir em até 50% o número de homicídios.

O programa foi citado como um exemplo bem sucedido de prevenção à violência e redução da criminalidade pelo Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (PNUD). Em pesquisa divulgada em 2013, a instituição cita a experiência do Governo de Minas e ações do Governo de São Paulo como “importantes avanços no combate ao crime do Brasil”.

Assistência às mulheres

Minas foi o primeiro Estado do Brasil a ter um Centro Integrado de Atendimento à Mulher Vítima da Violência Doméstica e Familiar (CIM). O serviço oferece, em um só lugar, exames de corpo de delito, atendimento psicológico e uma delegacia especializada para mulheres que funciona 24 horas por dia.

No Estado, foi criada uma medida inédita de amparo feminino: um presídio para mulheres grávidas, onde elas permanecem com seus bebês de até um ano de idade. É o único do país.

Desenvolvimento no Campo

Projeto de Combate à Pobreza Rural (PCPR), lançado em 2006, disponibilizou US$ 70 milhões do Banco Mundial para melhorar a renda e a qualidade de vida de 91,8 mil famílias de regiões pobres. Os recursos são destinados a projetos comunitários de natureza produtiva, social e de infraestrutura básica, como construção de creches e cooperativas. A prioridade são as cidades com maior população rural e menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Poupança Jovem

O programa Poupança Jovem foi lançado em março de 2007 para apoiar alunos da rede pública de ensino. Durante três anos, ao cursar o ensino médio, o jovem se compromete com uma série de atividades. Ao final de cada ano é depositado em uma conta bancária em seu nome a quantia de R$ 1.000 reais. Ao se formar, o jovem pode sacar o dinheiro e utilizá-lo para a avançar nos estudos, iniciar um negócio com colegas, entre outros.

Proacesso

Em 2003, 200 municípios ligados por estradas estaduais, cerca de 25% das cidades mineiras, não tinham acesso por asfalto. Em 2004, o governo de Minas lançou o Proacesso, o carro-chefe dos programas de infraestrutura do Estado. Atualmente, todos esses municípios tem acesso à rede viária pavimentada.

Grande parte das cidades beneficiadas estão no Norte de Minas e nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce e em áreas com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Eleições: Aécio promete investimento para impulsionar agronegócio

Em visita a Dourados (MS), Aécio Neves reafirmou seu compromisso de promover um choque de infraestrutura para impulsionar o agronegócio brasileiro.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves vai investir em infraestrutura para impulsionar o agronegócio

Aécio foi o primeiro candidato a visitar o Mato Grosso do Sul

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, reafirmou seu compromisso, nesta terça-feira (19/08), em visita a Dourados (MS), de promover um choque de infraestrutura para impulsionar o agronegócio brasileiro, recuperar a competitividade e assegurar a estabilidade e a retomada do crescimento econômico.

Primeiro candidato a visitar o Estado, reforçando seu compromisso com a região, Aécio passou a manhã na segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul, onde se reuniu com cerca de 300 empresários, participou de carreata e foi recebido por centenas de correligionários e líderes políticos em ato político.

“O Brasil viverá no nosso governo um choque de infraestrutura que começará por essa região. As ferrovias e hidrovias voltarão a entrar no mapa no nosso governo, porque é impensável que o Brasil não tenha priorizado ao longo dos últimos anos”, afirmou em discurso aos empresários na sede da Associação Comercial e Empresarial de Dourados.

Ele destacou a necessidade de ligar a região ao porto de Paranaguá, para facilitar o escoamento da produção. “Temos de avançar atrás do tempo perdido. Infelizmente, durante 11 anos, o governo do PT demonizou as parcerias com o setor privado, o que atrasou imensamente investimentos que já poderiam estar aqui, melhorando resultados, aumentando a competitividade de quem produz no Brasil.”

Aécio afirmou que pretende conduzir um “governo do planejamento, da retomada do crescimento do Brasil, das obras que começam e que terminam pelo preço do projeto apresentado e licitado”.

Ministérios

Aécio Neves classificou de acinte a existência de 39 ministérios no governo federal e reiterou seu compromisso com a redução das pastas pela metade. Aécio também afirmou que o Superministério da Agricultura, anunciado por ele há algumas semanas, trabalhará em parceria com o Ministério da Infraestrutura, ressaltando o papel estratégico do setor para o desenvolvimento da economia brasileira.

“[O ministério] terá interlocução com o Ministério da Infraestrutura na definição dos investimentos em logística e infraestrutura. Um ministério que participará da formulação do orçamento, que será ocupado por pessoas representativas do setor e não estará mais sujeito a esse loteamento político a que vem sendo submetido. Ou compreendemos de forma definitiva que o agronegócio é a principal alavanca para o desenvolvimento econômico e social do país, ou vamos estar, daqui a pouco, infelizmente, nos confrontando com o crescimento negativo da nossa economia”, disse.

Embrapa

Indagado sobre a política que adotará em relação a conflitos envolvendo terras indígenas, Aécio Neves disse que não será omisso como o governo atual e afirmou que vai atuar em parceria com os governos estaduais, consultando não apenas a Funai como também a Embrapa na busca de soluções que pacifiquem os confrontos.

O presidenciável estava acompanhado do candidato a governador Reinaldo Azambuja, além de outras lideranças e apoiadores. Parou dezenas de vezes para tirar foto com eleitores e eleitoras que se aproximaram dele e distribuiu autógrafos durante o ato político na sede do Clube Social Nipônico.

Aécio apresenta novo programa de distribuição de Renda

Em visita à comunidade de Santa Marta, Aécio Neves falou da importância das UPPs sobre o segundo turno

Eleições 2014

Fonte:  Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Sobre Segurança Pública e UPPs.

Quero reafirmar o que disse, de que as UPPs são um primeiro passo importante para que políticas sociais de geração de renda, de apoio às mulheres, aos jovens, de forma muito especial, possam chegar nessas comunidades. Vamos falar sempre do segundo passo, reconhecendo a importância das Unidades de Polícia Pacificadora. Tenho certeza que é possível no governo federal, planejando e coordenando ações na área de segurança pública, avançarmos na inibição dos crimes nessas regiões. Mas, mais do que isso, alternativas, possibilidades novas de empregabilidade, o foco vai ser muito grande nos jovens, que devem receber uma alternativa àquela que está ali no seu entorno, sobretudo, da criminalidade.

Fizemos muito isso em Minas Gerais com o Fica Vivo. Abrimos os espaços da área de segurança, os batalhões de polícia militar, para que os jovens pudessem conviver, inclusive, ter uma relação diferenciada com os agentes de segurança, mas vamos tratar, sobretudo, dos equipamentos sociais. Temos que levar para essas comunidades escolas qualificadas, postos de saúdes equipados e, principalmente, políticas de geração de renda. Creches adequadas para que as mães possam trabalhar – elas que são as mantenedoras da maioria dos lares nessas comunidades –, investimentos na melhoria da qualidade da habitação.

Programa Família Brasileira

E aí há um programa que estamos apresentando, e vamos detalhá-lo no nosso espaço eleitoral, chamado Família Brasileira, onde vamos classificar essas famílias mais dependentes de transferência de renda em cinco níveis, para que elas possam, a cada ano, alterar o seu nível de carência, diminuir esse nível de carência. Isso passa desde questões estruturais nas moradias, como, por exemplo, em algumas delas a ausência de um banheiro adequado, de saneamento básico, pessoas na família vivendo processos graves de risco, por exemplo, jovens ou filhos dessas famílias em casas de correção, ou mesmo membros da família no sistema prisional. Jovens adolescentes grávidas sem fazer o pré-natal de forma adequada. Vamos entrar em um nível de detalhamento que os programas não entraram até hoje. E,classificando esse nível de carência, cabe ao Estado atuar nas suas várias frentes para que essas carências possam ano a ano serem diminuídas.

Isso significa que, diferente do PT, que acredita que a pobreza depende apenas da ausência de renda, queremos compreender a pobreza numa dimensão maior, além da ausência de renda, que certamente é uma fase fundamental para essa caracterização, mas também compreender a ausência de serviços de qualidade, de serviços minimamente dignos, como aos quais me referi aqui, e também na ausência de oportunidades. Ou criamos um estimulo a qualificação dessas pessoas para que elas possam de alguma forma buscar uma alternativa melhor na vida, inclusive em relação essas comunidades do Rio de Janeiro, estimulando programas como o programa Regresso, do AfroReggae. Temos lá em Minas o chamado Segunda Chance, onde egressos do sistema prisional são de alguma forma estimulados a irem para o mercado de trabalho. No caso de Minas Gerais, dando a empresas ou pagando a empresas durante um determinado período, um determinado valor, para que elas possam estar estimuladas a ressocializar esses jovens através do mercado de trabalho.

Há muito o que ser feito hoje. Estou extremamente convencido de que temos a mais bem elaborada e acabada proposta, que, diferente do PT, não busca apenas conviver e administrar a pobreza, busca a sua  superação efetiva.

Sobre a disputa eleitoral e eventual segundo turno.

A minha candidatura é uma candidatura de oposição ao governo que está aí. Oposição do ponto de vista dos valores, da eficiência, da visão, da gestão do Estado, nas políticas sociais falamos disso aqui agora, na visão de mundo, nas relações que o Brasil precisa ter. Nosso adversário é o sistema que está aí, esse governo que, infelizmente para nós, brasileiros, fracassou na condução da economia, na gestão do Estado, principalmente das obras de infraestrutura que estão em grande parte delas atrasadas, com sobrepreços, espalhadas pelo Brasil, e falhou na melhoria dos indicadores sociais. Esse é nosso alvo. Isso não muda. Isso não se altera. E as convergências, assim como as divergências, surgirão naturalmente durante a campanha. Sinceramente, não vou estar adequando a nossa proposta em razão da trágica situação que fez com que o PSB mudasse o seu candidato. Eu hoje sou condutor de um projeto para o Brasil que não é apenas do PSDB e nem dos aliados. É um projeto de inúmeras pessoas que ao longo dos últimos anos vêm se debruçando na sua construção. Aqui mesmo temos várias reuniões de consolidação desse programa. Eu sou oposição ao governo que está aí. Se encontrarmos aspectos positivos, vamos mantê-los e aprimorá-los, os programa de transferência de renda são um desses aspectos, até porque foram iniciados lá no nosso governo. Mas minha candidatura é uma candidatura de oposição ao governo do PT. E é assim que caminharemos durante a campanha eleitoral.

Quanto ao segundo turno em que todos têm que lutar para chegar lá, acredito muito na opção do eleitor, do cidadão. Acho que há uma visão hoje muito mais madura do que algumas pessoas imaginam do eleitor, que se eventualmente não ver o seu candidato ou a sua candidata no segundo turno, vai saber fazer a sua opção. Minha obrigação e minha responsabilidade é apresentar ao Brasil uma opção diferente dessa que está aí, que permita o Brasil recuperar seu crescimento, resgatarmos nossos empregos de boa qualidade que temos perdido, mantermos os atuais, mas melhorarmos a vida das pessoas. Nossa proposta visa cuidar das pessoas e é isso que nós vamos debater a partir de amanhã, vocês vão assistir o nosso programa eleitoral. Vamos debater propostas com otimismo, olhando pro futuro. Não vou fazer uma campanha olhando paro retrovisor da história e tampouco preocupada com adversários. O que quero é apresentar uma um novo projeto para o país e tenho muita confiança de que esse será, no momento certo, o projeto aprovado pela maioria dos brasileiros.

Aécio visita comunidade no Rio e defende políticas de geração de renda

Aécio esteve na sede da UPP da comunidade Santa Marta e defendeu mais projetos sociais nas comunidades e políticas de geração de renda.

Eleições 2014

Fonte: G1 

No Rio, Aécio Neves diz que UPPs precisam dar ‘segundo passo’

Candidato do PSDB visitou comunidade Santa Marta, em Botafogo

Para ele, UPPs devem ser aliadas a políticas de geração de renda

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, visitou na manhã desta segunda-feira a comunidade Santa Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Ele esteve na sede da Unidade de Polícia Pacificadora e disse que as UPPs são uma boa iniciativa, mas precisam dar um “segundo passo”. Para Aécio, é preciso que também haja mais projetos sociais nas comunidades e políticas de geração de renda.

O candidato estava acompanhado do secretário de segurança do Rio, José Mariano Beltrame e de deputados e candidatos do PSDB, como Octávio LeiteMarcelo Itagiba e Luiz Paulo Corrêa da Rocha, presidente estadual do partido. Junto com eles estava o capitão Márcio Rocha, comandante da UPP Santa Marta.

UPPs são uma experiência extraordinária, mas precisamos dar o segundo passo. E o segundo passo, em primeiro lugar, é garantir renda para as famílias que vivem nessas comunidades, para as mulheres que vivem nessas comunidades, através da qualificação. Precisamos ampliar as creches em cada uma dessas comunidades. Precisamos levar serviços de melhor qualidade, com projetos sociais, e também para os jovens, e geração de renda”, afirmou.

Aécio disse ainda que pretende levar projetos como o das UPPs para outras partes do país.

“Quero reiterar o meu compromisso de ampliar esse tipo de iniciativa para outras regiões metropolitanas do Brasil, outros aglomerados urbanos que vivem problemas de criminalidade, áreas controladas pelo tráfico, e isso em várias dessas comunidades deixou de acontecer”, disse o candidato.

O candidato assistiu também a uma apresentação de música clássica promovida pelo programa Ação Social Pela Música, que funciona na comunidade há 18 anos.

Entre os participantes, estão crianças e adolescentes de comunidades como o Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão, Rocinha e outras.”Quero poder levar esse projeto para todo o Brasil. Saio daqui emocionado”, concluiu Aécio.

Pesquisas
Aécio também comentou a pesquisa do instituto Datafolha com intenções de voto para presidente da República divulgada nesta segunda-feira (18). No levantamento, a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, tem 36% das intenções de voto, Marina Silva (PSB), tem 21%, e Aécio tem 20%.

Para ele, a comoção com a morte do então candidato do PSB, Eduardo Campos, causou impacto na pesquisa. De acordo com o candidato, a única certeza que se conclui do levantamento é que haverá segundo turno.

“A verdade é que há um grande clima de comoção nesta semana, e isso se reflete nas pesquisas. Só se tem uma certeza a partir dos últimos números:haverá segundo turno “, avalia Aécio Neves.

Ele disse ainda que a estratégia do partido para o horário eleitoral gratuito, que começa nesta terça-feira (19), não será modificada com a entrada de Marina na disputa.

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